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E se projeta protagonista da direita brasileira
No tabuleiro político do Pará,poucos nomes carregam umaidentidade ideológica tão defi-nida quanto a de Mário Couto.Ex-senador, figura conheci-da no estado e com históricode posicionamentos firmes,Couto sempre se apresentoucomo um político alinhadoà direita tradicional, antesmesmo da ascensão recentedesse campo no cenário na-cional. Ao longo dos anos,construiu sua imagem comoalguém que não apenas dis-cursava, mas se posicionavacom clareza.
Esse perfil se consolidou ain-da mais durante o ciclo elei-toral que levou Jair Bolsonaroao poder.Mário Couto esteve entre osnomes que fizeram campa-nha aberta em defesa do ex--presidente, alinhando-se aodiscurso conservador e re-forçando sua posição dentrodesse espectro político. Des-de então, sua atuação públicapassou a caminhar junto comesse campo ideológico, man-tendo proximidade com pau-tas e lideranças associadas aobolsonarismo.
Nos bastidores políticos doPará, relatos frequentes apon-tam que o nome de FlávioBolsonaro aparece com recor-rência...
EUA levantam suspeita deirregularidade em ação bra-sileira e crise diplomática ga-nha novo contornoA crise envolvendo a saída deum delegado da Polícia Fe-deral brasileira dos EstadosUnidos ganhou um elementoainda mais sensível — e po-tencialmente explosivo.Autoridades americanas pas-saram a levantar a suspeita deque procedimentos legais dosEstados Unidos teriam sidocontornados durante umaoperação que resultou na vol-ta do ex-diretor da Abin, Ale-xandre Ramagem, ao Brasil.A acusação, ainda não forma-lizada como decisão judicialdefinitiva, é tratada nos bas-tidores como grave.Na prática, a leitura de seto-res do governo americano éde que houve atuação fora dosprotocolos exigidos para ope-rações desse tipo em territórionorte-americano. Isso inclui-ria possíveis irregularidadesno uso de mecanismos migra-tórios ou administrativos.Se confirmada, a interpreta-ção é direta: não se tratariaapenas de um episódio diplo-mático...
A traição raramente chega anunciada. Ela se aproxima em tom baixo, em gestos calculados, em movimentos que só fazem sentido quando já é tarde demais. No Caso Águas Lindas, o rompimento não foi imediato. Não houve confronto. Não houve aviso. O que houve foi algo muito mais perigoso: a certeza de que o outro confiava. Quando o poder entra em uma relação onde antes havia igualdade, ele altera tudo. O olhar muda. A palavra pesa mais. O silêncio passa a ser estratégico. A amizade deixa de ser vínculo e passa a ser instrumento. Foi assim que a história começou a se deformar. A confiança como porta de entrada Não se toma um patrimônio apenas com força. Toma-se com acesso. O acesso à rotina. O acesso à informação. O acesso à rotina. O acesso à informação. O acesso à tranquilidade de quem acredita estar seguro. Durante anos, nada mudou na superfície. Nenhum sinal externo indicava ruptura. Mas por baixo, o terreno já não era apenas físico, tornara-se objeto de interesse, e interesse, quando encontra poder sem limites, costuma gerar abuso. O que antes era parceria passou a ser observação. O que antes era convivência passou a ser cálculo. E quando a intenção se torna ilegítima, o silêncio vira
A chuva caiu forte em Beléme não foi só água que tomouconta da cidade.Em poucas horas, ruas desa-pareceram sob alagamentos,famílias foram afetadas e aprefeitura decretou estado deemergência. O cenário, quejá se repete há anos, voltou aescancarar um problema quea população conhece bem: aincapacidade estrutural dacidade de lidar com o próprioinverno amazônico.Mas desta vez...
cúmplice. O momento em que a linha é cruzada Toda história de abuso tem um ponto exato de ruptura. Um instante invisível em que alguém decide que a regra já não importa, porque acredita que pode substituí-la pela influência. Nesse caso, a linha foi cruzada quando documentos começaram a surgir sem origem, sem lógica, sem verdade. Papéis que nunca foram assinados. Registros que jamais existiram. Certidões que não poderiam estar ali. Não se tratava de erro. Não se tratava de confusão. Tratava-se de fabricação. E fabricar uma realidade documental não é apenas um crime técnico. É uma agressão profunda à vida do outro. Porque quem falsifica documentos rouba tempo, paz e saúde, coisas que nenhuma sentença
Nem toda injustiça se impõe pela força. Algumas vencem pelo esgotamento. No Caso Águas Lindas, depois que a fraude começou a ruir diante das provas técnicas, uma nova etapa se instalou, o prolongamento. Recursos sucessivos, incidentes processuais pedidos redundantes e manobras que não buscavam esclarecer, buscavam adiar. É uma estratégia conhecida. Não para vencer no mérito, mas para cansar quem...
devolve. O impacto que ninguém vê Enquanto o processo se arrastava, longe dos holofotes, a vida real acontecia. E era ali que o dano mais profundo se instalava. A incerteza diária. O desgaste emocional constante. A sensação de lutar contra algo maior do que a própria força. O abuso de poder não destrói apenas o direito. Ele corrói o psicológico, mina a fé nas instituições e produz um sofrimento silencioso que não aparece nos autos do processo. É nesse ponto que o caso deixa de ser jurídico e se torna humano. Porque quem sofre a injustiça não vive em prazos processuais, vive em noites sem sono, em conversas interrompidas, em uma rotina permanentemente ameaçada. Quando o poder acredita que não será questionado Há uma convicção perigosa que acompanha todo abuso: a ideia de impunidade. A crença de SINAIS CLÁSSICOS DE ABUSO DE PODER Uso de documentos sem origem clara Tentativa de impor fatos consumados Silêncio estratégico Confiança explorada Cansaço como arma Quando o poder acredita que não será questionado Há uma convicção perigosa que acompanha todo abuso: a ideia de impunidade. A crença de...

Quando a decisão chegou, ela não encerrou o processo, mas mudou completamente o jogo. No Caso Águas Lindas, após anos de desgaste, produção de provas técnicas e enfrentamento de manobras protelatórias, a Justiça determinou, de forma unânime, a reintegração de posse do imóvel ao seu legítimo proprietário...

No Brasil, ministros do Supre-mo Tribunal Federal não sãochamados de “juízes”, mas deministros. Em Portugal, no Tri-bunal Constitucional, a desig-nação institucional é outra: oórgão informa que é compostopor treze juízes conselheiros. Adiferença de nomenclatura pa-rece pequena, mas ajuda a in-troduzir uma comparação quetem aparecido com frequênciano debate público: até ondepode ir, em uma democraciaconstitucional, a atuação públi-ca e política de um magistradode Corte constitucional?Essa comparação ganha forçaquando o foco recai sobre o mi-nistro Gilmar Mendes, um dosnomes mais influentes, e maiscontestados do Judiciário bra-sileiro. A Lei Orgânica da Ma-gistratura Nacional veda aosmagistrados o “exercício de ati-vidade político-partidária”. Oponto central do debate não éa existência dessa vedação, queestá expressa na norma, massim como interpretá-la diantede uma atuação pública que,no caso de Gilmar, extrapola delonge o perfil discreto tradicio-nalmente associado à magis-tratura constitucional.

Há fatos que não podem ser ignorados quando se analisa um comportamento ao longo do tempo. Entre eles, decisões judiciais já proferidas. Historicamente, Duciomar Costa foi condenado em processo criminal por utilizar diploma falso para fins de registro profissional...

Há números que, por si só, exigem explicação. E há contextos em que o silêncio se torna ensurdecedor. Entre 2004 e 2015, o patrimônio declarado de Elaine Baía Pereira saltou de aproximadamente R$ 60 mil para...

AMIZMIZ, Marrocos (Reuters) O terremoto que atingiu as montanhas do Alto Atlas, no Marrocos, na noite de sexta-feira, danificou edifícios históricos em Marrakech, a cidade mais próxima do epicentro enquanto a maioria das mortes...







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